As vezes penso que estou louco,
E que minha procura não passa de uma ilusão.
Acho que meu coração está oco,
E minha mente não tem mais razão.
As vezes sinto que não há esperança,
Perdi a fé que me alimentava.
Não sei mais pra onde ir,
Acabou-se o ar que eu respirava.
De repente você me aparece,
Me leva ao seu mundo de paz,
Sinto algo intenso que me envolve,
Adormeço no amor que você me trás.
Agora estou dependente,
Não vivo mais sem teu calor,
Meu corpo está ardente,
Minha alma está sem dor.
Por Jean Rech, dedicado à Suzy Lima
Um blog criado para expor à todas as classes e gostos os sentimentos deste poeta excêntrico que sou.
domingo, 25 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
O Último Soneto
Entre todas as coisas,A ti seria fiel,
De todo o meu amor,
Ao beijo doce feito mel
De alma singela e pura
Que mesmo em face de chama obscura,
Se faça o fim do anel
O triste fim de um papel
Que mostra toda essa amargura
Um anjo negro vêm do céu
Trazer pra mim a minha cura
Na eternidade a te esperar,
Uma morte que se atalha,
Perde-se a vida, perde-se a batalha.
Jean Rech
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Espelho Quebrado
Me olho no espelho,
Só vejo trevas, não vejo luz
E um desejo que me leva
A também dormir na cruz
Um rosto desfigurado,
Todo do avesso,
Um olhar cansado,
Alguém que não conheço
Memórias de um passado castigado,
Um sorriso torto e enferrujado,
Sinais de um sonho sem endereço
A voz trêmula e obscura,
Aparência de um monstro sem ternura,
Uma imagem, um vazio, uma supura!!!
Jean Rech
Só vejo trevas, não vejo luz
E um desejo que me leva
A também dormir na cruz
Um rosto desfigurado,
Todo do avesso,
Um olhar cansado,
Alguém que não conheço
Memórias de um passado castigado,
Um sorriso torto e enferrujado,
Sinais de um sonho sem endereço
A voz trêmula e obscura,
Aparência de um monstro sem ternura,
Uma imagem, um vazio, uma supura!!!
Jean Rech
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